O que é varejo e como aproveitar o segmento?

por Americanas Marketplace

24 de dezembro de 2020

O varejo está em constante mudança. E, conforme ele se transforma, lojistas vão remodelando seus negócios e se adaptando às novidades do segmento

Atualmente, existem cerca de 4,8 milhões de comércios varejistas espalhados pelo Brasil. Não é à toa que o varejo é um dos setores que mais impulsionam a economia do país. Mas, muito antes do setor se tornar essa grandiosidade, ele passou por muitos momentos históricos. Em seus primeiros aparecimentos, o varejo existia como uma simples troca entre indivíduos. Sem prazo de entrega, sem parcelamento e sem dinheiro. 

Quando falamos do varejo, um setor tão vasto e que já passou por tantas atualizações, vale a pena recapitularmos sua história para entender as melhores oportunidades para os nossos negócios nos tempos atuais. 

O que é varejo?

No dicionário, podemos encontrar diversos significados para a palavra. Mas, na linguagem comercial, varejo nada mais é do que uma forma de vender mercadorias, diretamente ao consumidor final, sem passar por intermédios. Ele também pode ser um local que trabalha dessa forma, vendendo produtos direto ao consumidor. 

Outra definição para varejo seria associada à venda de produtos em menor quantidade. O que é bem diferente do atacado, que foca na comercialização de mercadorias em grande escala para um público formado principalmente por empresas ou donos de estabelecimentos comerciais. 

Hoje, podemos identificar muitos varejistas facilmente. São mercados, farmácias, lojas de conveniência e outros comércios dos mais diversos segmentos. Porém, os processos de compra e venda, nem sempre funcionaram de forma tão explícita. 

Como surgiu? 

Os primeiros traços do varejo começaram a surgir cerca de 10 mil anos atrás, na pré-história, quando se iniciaram as primeiras trocas de mercadorias sem haver nenhum tipo de moeda, prática também conhecida como “escambo”.

Com o crescimento dessas negociações, começaram a aparecer as moedas de troca e depois os primeiros bancos. Tais transformações acabaram padronizando esses processos de venda e trazendo eles mais próximos da realidade que estamos acostumados. 

Como funciona o varejo?

Para que o varejo funcione, na prática, os varejistas contam com um sistema que fornece mercadorias que, mais tarde, serão comercializadas  para os consumidores finais. Para abastecer o estoque e garantir a disponibilidade dos produtos desejados, é necessário criar relacionamento com empresas que atuam na cadeia de suprimentos do varejo. 

Uma cadeia de suprimentos, do inglês “supply chain”, consiste no processo entre empresas e fornecedores para a distribuição de produtos aos consumidores finais. Dessa forma, é imprescindível que os varejistas entendam essa cadeia para garantir o acesso a bons produtos por um preço acessível, dentro de um prazo razoável. Se houver algum ruído em algum lugar ao longo da cadeia de suprimentos, provavelmente, isso vai resultar em um aumento no custo do produto ou no tempo de entrega.

Nesse cenário, a cadeia de suprimentos é composta por fabricantes, atacadistas, varejistas e o consumidor final. Resumidamente, o atacadista está conectado diretamente ao fabricante, enquanto o varejista está conectado ao atacadista. Para exemplificar melhor, confira abaixo os papéis dos principais players nesta típica cadeia de suprimentos de varejo:

Fabricantes: produzem bens usando máquinas, matérias-primas e mão de obra.

Atacadistas: compram produtos prontos, direto dos fabricantes e os vendem para varejistas em grandes volumes. 

Varejistas:  comercializam suas mercadorias em pequenas quantidades ao consumidor final a um preço, teoricamente, mais alto em relação ao preço de varejo sugerido pelo fabricante. 

Consumidores: também conhecidos como usuário final, são aqueles que compram produtos do varejista, em pequenas quantidades, para satisfazer a sua demanda pessoal.

O varejo no Brasil

Aqui, os primeiros sinais do varejo apareceram no período colonial. E, mais de cem anos depois, em 1649, é fundada a Companhia Geral do Comércio do Brasil, que tinha o objetivo de estimular o comércio no país. Em 1808, com a chegada da Família Real, foi registrado o aparecimento das primeiras lojas no país.  

As grandes mudanças nos comércios brasileiros começaram especialmente após 1900, com o início do processo de industrialização do país e a chegada da Revolução Industrial. Inclusive, foi justamente nesse período que a Lojas Americanas abriu as portas no Rio de Janeiro. 

Varejo online

Com a globalização e a chegada de novas tecnologias, o varejo foi sofrendo diversas mudanças para se adaptar às necessidades dos lojistas e, principalmente, dos consumidores. 

Se antes o varejo online era apenas uma tendência, hoje ele se tornou uma realidade. Porém, apesar das compras online já fazerem parte da nossa rotina, a história do e-commerce no Brasil é bastante recente e conta com pouco mais de duas décadas. As primeiras lojas online apareceram por aqui nos anos 90, com algumas empresas como a Submarino e Lojas Americanas como pioneiras no segmento. 

No passado, a loja online era apenas um braço da operação. Porém, hoje em dia, ela já se tornou o coração de muitos negócios. Segundo um levantamento realizado neste ano pelo NZN Intelligence, plataforma de pesquisa de mercado da NZN, cerca  de 74% dos consumidores brasileiros já preferem realizar suas compras pela internet a se deslocar até uma loja física. 

O varejo online ganhou um espaço significativo e um potencial enorme de crescimento. De janeiro a junho de 2020, as vendas online passaram de 2,9% para 3,7% no varejo total do Estado de São Paulo. Esse avanço de 0,8 ponto porcentual em apenas seis meses, foi o mesmo crescimento registrado entre 2013 e 2019, quando as vendas saltaram de 2,1% para 2,9%.(Fecomércio-SP).

Veja só os resultados do e-commerce ano passado, segundo dados da Neotrust:

Na atualidade

Hoje, graças ao desenvolvimento tecnológico e ao ambiente de pagamentos em evolução, fazer compras online está muito mais fácil para os consumidores. Com essa nova tecnologia de comércio derivada dos hábitos de compra do consumidor e seu comportamento de pagamento, o futuro do comércio eletrônico é cada vez mais promissor, e com motivos.

Com o varejo online, fica muito mais fácil impactar mais consumidores com produtos e serviços através da internet. Afinal, esse formato permite a criação de experiências de vendas diferenciadas, para atender o público-alvo de cada negócio de maneira personalizada. E tem mais benefícios que esse formato pode proporcionar, confira:

  • É um excelente canal de vendas 24h;
  • Pode atender clientes em qualquer lugar do país e, até mesmo, do mundo;
  • Automatização do processo de vendas;
  • Redução de custos de negócio, afinal, o varejo online dispensa a necessidade de uma loja física e despesas associadas a ela – embora você possa ter uma se assim desejar; 
  • Acompanhamento prático da evolução das vendas.

Como você pode perceber, as vantagens do varejo online são significativas. Entretanto, para que esse formato continue expandindo, não se deve apenas contar com a certeza de que o consumidor está comprando online, mas sim, ter a proatividade de inovar. 

A implementação de tecnologias capazes de aproximar a experiência de compra online e offline e melhorar a segurança, tornando o consumo digital ainda mais instigante, é o principal desafio para atuar no e-commerce. E isso vai desde uma entrega rápida e eficiente, até provadores virtuais onde é possível experimentar roupas de qualquer lugar. 

Varejo físico e online: unindo o melhor dos dois mundos

Para muitos empreendedores, o varejo físico é a única ou a principal modalidade de negócio. Apesar da evolução do e-commerce, as lojas físicas ainda entregam vantagens, entre elas, a credibilidade, entrega imediata (na maioria das vezes, o cliente sai da loja com o produto em mãos), atendimento próximo e humanizado, flexibilidade e negociação e, claro, o contato direto com o produto que dá a sensação de assertividade na compra.  

Sem dúvidas, desbravar as vitrines virtuais é ótimo, mas ver o produto ao vivo e a cores pode fazer toda a diferença na decisão de compra. Nesse cenário, a grande verdade é que as lojas físicas complementam o online.Unir o melhor dos dois mundos com o intuito de atender todas as necessidades dos clientes é, com certeza, a grande aposta das empresas para alavancar os resultados. 

Reforçar a existência das lojas físicas, qualificar os vendedores, ter as melhores práticas e ficar por dentro das novidades no mercado, são atitudes essenciais para o sucesso do ponto de venda físico. Para que o online esteja em sintonia, é imprescindível investir em sites e plataformas de ótimo desempenho, que entreguem boas experiências de navegação. Vale reforçar que, para colocar tudo em prática, todas as ações devem fazer parte do planejamento estratégico da empresa.

Diferença de varejo, atacado e atacarejo 

A principal diferença entre varejo e atacado é que no varejo, o público alvo é o consumidor final, na maioria das vezes, pessoas físicas. Por ser uma modalidade que permite a aquisição de produtos em pequenas quantidades, ideal para o consumo pessoal. 

Já no atacado, o público atendido são pessoas jurídicas que, para realizar suas compras em grandes quantidades, devem apresentar o CNPJ de sua instituição logo no ato da compra. Para se ter uma noção, devido à venda em grandes lotes, os preços de atacado podem ser até 50% menores do que os de varejo.

Agora, falando em atacarejo, como o nome já diz, a modalidade é uma fusão entre atacado e varejo. Sendo assim, esse modelo de comércio atende desde  o pequeno varejista até o consumidor final. Dessa forma, uma das grandes vantagens, é permitir que o consumidor final adquira produtos a preço de atacado a partir de determinadas quantidades de compra.

Quais são os tipos de varejo que existem?

Quando o assunto é varejo, o céu é o limite. Existem diferentes especialidades  em várias técnicas de vendas e que atendem a diferentes tipos de consumidores. confira alguns exemplos:

Lojas de especialidade

Diferentemente dos varejistas que vendem uma ampla gama de categorias de bens de consumo, essa modalidade se concentra em categorias específicas de produtos.

Lojas de departamento

São aqueles estabelecimentos que dispõem de uma ampla variedade de bens de consumo em diferentes categorias de produtos, chamadas de “departamentos”.

Supermercado

Muito presente na vida dos consumidores, o supermercado é definido como  um sistema varejista de autosserviço, o qual oferece uma grande variedade de alimentos e produtos domésticos, organizados em corredores.

Hipermercado

Nada mais é do que a combinação entre um supermercado e uma loja de departamento. Esse modelo, além de todos os tipos de produtos alimentícios e domésticos, também oferece bens de consumo duráveis, como eletrodomésticos e eletroeletrônicos.

Mercados atacadistas

Populares no comércio de alimentos, os mercados atacadistas são aqueles em que as pessoas físicas podem adquirir produtos a preço de atacado, a partir de determinadas quantidades. Isso porque, nessa modalidade, os produtos são geralmente comprados em grandes quantidades direto do fabricante. Assim, o preço é mais acessível para o consumidor final. 

Loja de conveniência

São aquelas lojas pequenas, onde você encontra vários itens do dia-a-dia, como café, mantimentos, salgadinhos, doces, refrigerantes, jornais, revistas e por aí vai. Geralmente, são comuns em postos de gasolina, estações ferroviárias, aeroportos, ou, até mesmo, ruas movimentadas. 

Loja de descontos

É um tipo de loja de varejo que comercializa produtos a preços mais baixos que os do mercado comum. Geralmente, são marcas próprias ou genéricas, fornecendo produtos de liquidação e descontinuados a preços inferiores aos de atacado, possibilitando uma economia significativa para o consumidor final. 

Clube de Compra

Os clubes de compras são organizados para reunir o poder de compra coletivo dos membros, viabilizando compras a preços mais baixos do que os de costume, ou de bens que possam ser difíceis de alcançar de forma independente.

Outlet

Famosos por entregar preços mais competitivos do que os pontos de vendas oficiais, os outlets são uma modalidade que se caracteriza por revender produtos de outras marcas renomadas e que geralmente não são encontradas em um mesmo local.

Varejista independente

Um varejista independente é aquele que começa seu negócio do zero. Geralmente, esse empreendedor faz tudo, mas em alguns casos também há contratações.

Negócio de varejo existente

Como o próprio nome já sugere, essa modalidade nada mais é que um negócio de varejo que está em funcionamento. De modo geral, alguém herda ou compra um negócio que já está em atividade, assumindo a sua propriedade e as responsabilidades.

Franquia

A franquia vem de um plano de negócios já existente, composto por um nome de marca registrada, um conjunto de produtos determinados e conceitos de negócios estabelecidos. Quando um varejista torna-se parte de uma franquia, ele tem a permissão para usufruir de tudo o que compõe esse plano de negócios. Entretanto, uma desvantagem de empreender nessa modalidade é que, além das taxas que devem ser pagas ao proprietário da franquia, normalmente, existem regras e processos básicos que devem ser seguidos para manter os direitos e padrões. 

Concessionária

A concessionária por sua vez, é uma fusão entre uma franquia e um varejista independente. Dessa forma, um varejista que trabalha com uma concessionária tem licença para comercializar uma marca de produtos. Entre as vantagens dos concessionários é que, ao contrário de uma franquia, não são cobradas taxas para o licenciante.

Marketing de rede

Também chamado de marketing multinível, esse é um modelo de negócios em que o fabricante vende diretamente para um distribuidor, que é o responsável por comercializar esse produto para o cliente final, sem a intermediação de lojas ou de mercados. De modo geral, você vende o produto direto de fábrica e recebe uma comissão por isso.

o que é varejo - interna

Varejo 4.0: a transformação na era digital

Para unir o melhor da internet com o mundo real, o Varejo 4.0 concilia as tendências dos dois meios para alcançar melhores experiências de compra e relacionamento com o consumidor. Afinal, acompanhar o comportamento do público da sua empresa é um ótimo caminho para criar estratégias de venda inovadoras.

Com o percentual de vendas pela internet cada vez mais alto em relação às vendas em lojas físicas, as pessoas raramente incluem as compras presenciais na rotina, afinal, na maioria das vezes é muito mais fácil resolver tudo em alguns cliques do que se deslocar para ir atrás de um produto específico. Então, quando os consumidores procuram lojas físicas, a experiência deve ser marcante. 

Nesse cenário, o varejo 4.0 é um novo modelo em que é possível mudar a proposta de valor do seu negócio e estabelecer um diferencial competitivo no mercado. Assim, você pode usar a tecnologia como sua aliada na coleta de informações do seu público. Com uma boa percepção dos hábitos dos seus clientes, é possível identificar qual o meio que eles usam para fazer compras, se é o online ou o físico.

É preciso ter mente que os consumidores estão cada vez mais exigentes e, além de produtos de qualidade a preços acessíveis, eles também querem aprender, ver, tocar, sentir, experimentar, escolher, se divertir, comparar, ser reconhecidos, levar o produto, avaliar, criticar, curtir, elogiar e recomendar. 

Com tantas exigências, a tecnologia e o mundo real se conectam para atender as expectativas dos clientes, criando vínculos emocionais e sociais. De modo resumido, como mencionamos no tópico anterior, o meio digital é usado como canal de auxílio na compra, e a loja física aperfeiçoa essa experiência.

Varejo 4.0 na prática

A premissa básica para aplicar o Varejo 4.0 é lembrar das duas tendências desse modelo de negócio: a tecnológica e a comportamental. Quando se fala em tecnologia, ela entra em cena com intuito de promover experiência de uso dos produtos, melhorar a interação com os clientes e possíveis estratégias de oferta de produtos certos, para a pessoa certa, no momento certo. Agora, olhando para o quesito comportamental, como o nome sugere, o foco é no comportamento do consumidor. 

Para obter  informações pessoais do seu consumidor é preciso ser transparente, estabelecer políticas de relacionamento para coletar e analisar de forma contínua o estilo de vida deles, tudo com consentimento. Para te ajudar nesse desafio, confira alguns exemplos que podem ser aplicados:

Wi-fi

Sempre conectados, os consumidores dificilmente negam o acesso a internet wi-fi nos estabelecimentos. Essa é uma excelente oportunidade para você disponibilizar internet gratuitamente, apenas com um rápido cadastro em troca. Assim, com esse cadastro, você pode criar um programa de fidelidade, envio de ofertas e promoções, newsletter e muito mais.

Câmeras com sensores de calor

Muito utilizadas em shoppings, lojas, mercados e aeroportos, essas câmeras são capazes de mapear o caminho que o consumidor fez ao entrar na loja, tal como o local que ele ficou por mais tempo.

Beacons

Esses dispositivos de proximidade emitem informações por bluetooth nos smartphones cadastrados. Assim, usando esse recurso como aliado, é possível identificar um cliente registrando suas ações no estabelecimento, quanto tempo ele permaneceu na loja e os itens que foram comprados.

Aplicativo com geolocalização

Com esse recurso, sempre que o consumidor estiver próximo ao estabelecimento, ele poderá receber notificações com informações de produtos, as ofertas do dia e por aí vai. 

Não se esqueça que, além de contar com esses recursos, também é importante ter um estabelecimento autêntico e agradável. Assim, além de promover a sua marca transmitindo os valores da empresa por meio de informações e histórias nas redes sociais, você atende as expectativas do consumidor quando ele visita seu estabelecimento.

Marcar presença no Varejo 4.0 é sair da zona de conforto e explorar um universo em constante desenvolvimento. O grande desafio é justamente não se acomodar. Além de investir em segurança cibernética, o Varejo 4.0 exige um olhar atento para tudo que chega ao mercado, bem como aquilo que pode facilitar e agilizar ainda mais a experiência do cliente.

Multicanalidade

A inovação dentro do varejo é essencial para atender o novo comportamento dos consumidores. Nesse cenário, a multicanalidade vem como uma estratégia empresarial que consiste na disponibilização de diferentes canais de atendimento aos seus clientes, de maneira integrada, com o intuito de proporcionar uma melhor experiência para o cliente. Entre os canais mais usados, estão as redes sociais, e-mail, telefone, chat no site, WhatsApp, loja física, entre outros.

Se você quiser colocar a multicanalidade em prática com eficácia, é importante ter em mente que essa estratégia não é somente sobre a disponibilização de de vários canais, mas sim, a integração e o alinhamento das informações obtidas e compartilhadas em cada um deles. Seu cliente entende a sua marca como única, por isso, ele espera viver experiências similares, seja por telefone, WhatsApp ou pelas redes sociais.

Para que a integração seja bem sucedida, você precisará do suporte da tecnologia, que ficará encarregada de integrar banco de dados, linguagem e informações, criando uma comunicação alinhada e coerente com o consumidor, tanto em canais online, quanto offline.

Marketplace: um universo de oportunidades

Entregando muita praticidade, o marketplace é um grande aliado do varejo. Afinal, nesse contexto, ele é sinônimo de colaboração. Anunciando produtos nos marketplaces, as empresas  de todos os portes ganham mais visibilidade e conseguem alavancar as vendas. Isso porque, o marketplace é como uma vitrine em um shopping center virtual, onde as pessoas podem entrar para comprar diferentes produtos de lojas e categorias distintas e fechar a compra em um único carrinho.

Além da visibilidade, de quebra, os comerciantes também ganham em reputação junto ao consumidor. Quando lojas menores anunciam seus produtos na vitrine de um marketplace que, em geral, já têm presença de marca no mercado, é possível quebrar algumas objeções de compra ligadas, exclusivamente, à falta de confiança em uma marca nova ou pouco conhecida. E então, as oportunidades de conversão são ainda maiores.

Falando em fidelização de clientes, o marketplace é um ótimo aliado. Nele, você encontra todas as ferramentas para criar ações que agregam valor à experiência do usuário com sua marca. Nas datas sazonais, por exemplo, as visitas nos marketplaces aumentam. Com sua loja nessa plataforma, as chances do seu produto ser notado aumenta, bem como suas chances de causar boas impressões aos consumidores potenciais.

Outro ponto muito favorável do marketplace é que manter a sua loja online fica muito mais fácil, afinal, você não precisará se preocupar com questões de programação, manutenção do site, meios de pagamento, frete  e muito mais. Toda plataforma já é ofertada e gerenciada pelo canal parceiro. Sem contar que, geralmente, o cadastro de produtos é prático e pode ser feito por poucas pessoas ou integrado via informações de sua plataforma ou ERP, tudo vai depender do seu perfil de negócio e variedade do seu portfólio.

As oportunidades que trouxemos aqui são apenas uma fração desse universo, mas, sem dúvidas, são instigantes. Isso prova que o marketplace, além de maximizar suas receitas e minimizar algumas despesas, com certeza, é um formato altamente promissor para alavancar o varejo online.  

Americanas Marketplace e o varejo brasileiro

Quando se fala em varejo brasileiro, sem dúvidas, a Americanas Marketplace tem grande importância no território nacional. Desde 1929, com a fundação da primeira loja física, até os dias atuais, a companhia não parou de expandir e foi se adaptando às novas tendências do varejo. 

Além do pioneirismo no varejo físico (e sucesso) com a Americanas, a companhia ainda detém o Submarino – antiga Booknet, considerada o primeiro e-commerce do Brasil – e o Shoptime – primeiro canal de TV de home shopping no Brasil. 

E não para por aí! A marca ainda possui a Americanas Empresas, com foco nas vendas B2B e, aproveitando toda a sua expertise, agora, com a categoria de grocery,  que concentra as vendas de alimentos e bebidas pela internet, a Americanas Mercado, além da Americanas Delivery, para quem vende comida pronta, como lanchonetes, padarias e restaurantes . A marca abriu portas para que varejistas de diferentes setores possam comercializar seus produtos online! 

Como você pode perceber, quando o assunto é comercializar para diferentes formatos de varejo, a Americanas Marketplace é a plataforma certa! Nela, além de anunciar e vender seus produtos nos e-commerces Americanas, Submarino e Shoptime, você usufrui de mais visibilidade e mais oportunidades para vender, afinal, temos uma grande base de clientes e já somamos mais de 1 bilhão de visitas em nossos sites. 

Os parceiros que vendem com a gente têm a oportunidade de anunciar em todos os nossos sites ao mesmo tempo, trazendo a possibilidade deles alcançarem clientes no país todo e somarem ainda mais vendas. Tudo isso, com todo o suporte do cadastro à operação, o que faz toda diferença para quem quer dar o pontapé inicial.  Para conferir todos os benefícios de vendas na Americanas Marketplace, clique aqui e saiba mais.

O que está por vir? 

Estar atento às principais tendências do varejo no Brasil e no mundo é a chave para os profissionais que buscam se destacar. Assim como o mercado muda, os consumidores mudam, e é preciso estar preparado para se adaptar e atender as necessidades deles.   

E pensar nos seus clientes vai além de oferecer os melhores preços. Hoje, a busca deixou de ser simplesmente pelo produto e passou a focar em experiência. Como você atende o seu consumidor? Como o seu produto chega na casa dele? Que oportunidades de compra você oferece? Tudo isso influencia a decisão do seu cliente.  

Prazos de entrega mais rápidos e pontos de retirada de produtos são vantagens simples e que fazem uma grande diferença para os consumidores no momento da compra. Quanto mais rápido o seu produto for entregue, melhor será para o seu cliente. 

Quando uma compra é confirmada, o momento mais importante se inicia: o pós-venda. Nessa etapa, você deve ganhar o seu consumidor e aproveitar a oportunidade para fidelizá-lo. Ofereça um atendimento memorável e uma entrega de qualidade, para garantir a satisfação do cliente

A diversidade de canais também ganhou mais espaço nos últimos anos e deve continuar crescendo. Ofereça ao seu cliente uma experiência integrada entre os seus canais online e o varejo físico, trazendo uma comunicação única com diferentes oportunidades. As redes sociais, por exemplo, deixaram de ser apenas uma vitrine para os seus produtos e já se tornaram boas ferramentas de venda. 

Abrindo a sua loja

Como já vimos anteriormente, o varejo online vem crescendo significativamente ano após ano e abrindo diversas oportunidades para novos empreendedores. 

Começar o seu próprio negócio online pode ser uma ótima opção para quem busca empreender. Seja através de um e-commerce, um marketplace ou até criando a sua própria loja online, não faltam possibilidades na internet. Você só precisa escolher o modelo que atende melhor às suas necessidades. 

Além do mais, para aqueles que já têm suas lojas físicas, vale reforçar que o e-commerce é uma grande oportunidade de acompanhar as tendências e empreender de acordo com o comportamento do consumidor. Lembre-se: um formato agrega ao outro e te dá a oportunidade de proporcionar experiências de compras ainda mais positivas ao seu consumidor.

Canais, como a Americanas Marketplace, trazem alta visibilidade para os lojistas e muita facilidade na hora de cadastrar produtos e realizar as vendas. Por isso, muitas vezes, eles acabam sendo uma escolha certeira até para aqueles que já possuem uma loja online.

Mas antes de começar, caso não tenha, é imprescindível que você tenha um CNPJ ativo e sem restrições, afinal, o seu negócio precisa estar devidamente registrado. Não sabe como criar o seu? Sem problemas! Confira aqui como dar esse passo. 

Com o CNPJ já aberto, o próximo passo é que você  atribua a ele o CNAE de varejista que, nada mais é que a Classificação Nacional de Atividades Econômicas, uma inscrição relacionada ao CNPJ de abertura das empresas. E você pode saber mais sobre como funciona essa inscrição aqui

Por fim, para te dar uma ajuda extra, no vídeo abaixo, você pode conferir mais dicas de como começar a vender online:

4 dicas para se destacar no varejo

Para ter o seu destaque em um mercado tão competitivo quanto o varejista é preciso se diferenciar da concorrência e, dessa forma, conquistar a preferência do seu público consumidor através de experiências de compras marcantes. 

Antes de colocar em prática qualquer estratégia, o primeiro conselho é analisar minuciosamente informações como o perfil do seu cliente, comportamento de compra, produtos e benefícios mais buscados e por aí vai. Depois de levantar todas as informações pertinentes, para finalizar este artigo com chave de ouro, temos quatro dicas que podem te ajudar a ir mais longe atuando no varejo. Confira!

1 – Use internet ao seu favor 

Como você pode ver ao decorrer deste artigo, a internet é uma grande aliada do varejo. Atualmente, há diversas soluções tecnológicas que facilitam o trabalho do varejista, como ao monitorar os preços da concorrência, criar campanhas automáticas nas redes sociais, facilitar o atendimento no ponto de venda ou mesmo aumentar a eficiência da gestão de vendas, pedidos e produtos, bem como soluções de vendas online especializadas no varejo, entre outras.

Nesse cenário, a multicanalidade e o marketplace são grandes apostas para marcar presença no virtual, proporcionando novas experiências de compras que, além de fidelizar, também podem atrair mais clientes para seu negócio. Lembre-se: além de empreender somente pela internet, você também pode utilizá-la como um complemento para estratégias na sua loja física. 

2 – Não hesite em inovar

Pense sempre em meios diferentes para despertar o encanto em seu público-alvo. Tenha em mente que, a inovação é a premissa básica para um empreendedor que quer se destacar e se manter à frente de sua concorrência. Novas soluções, além de surpreender seus clientes fixos, também são um ótimo atrativo para aqueles em potencial.

3 – Agregue valor ao seu produto ou serviço

Preste um atendimento humano e personalizado, invista em modalidades de entrega mais ágeis, tenha canais de comunicação eficientes e específicos para solucionar possíveis dúvidas. Adote atitudes que, por menores que sejam, transmitam valor ao seu cliente. Muitos clientes estão dispostos a pagar um pouco mais por algum produto/serviço desde que eles vejam valor agregado. Assim, além de fidelizar, você promove sua empresa de maneira orgânica, por meio do marketing boca a boca. Afinal, clientes satisfeitos tendem a recomendar o seu negócio.

4 – Fique de olho no mercado

Independente se o seu negócio estiver ou não com boa performance, sempre acompanhe as novidades e tendências do mercado e dos seus concorrentes. Esteja preparado para fazer mudanças que o mantenham  competitivo. O comportamento dos consumidores muda o tempo todo, portanto, vale reforçar: atualize-se constantemente.

Leia também:

Crescimento do varejo online e oportunidades no mercado digital

O que é marketplace e como ele facilita a venda de seus produtos?

O papel do profissional do varejo e dicas para atuar no setor

Americanas Marketplace

Somos a plataforma para você vender seus produtos nas principais lojas virtuais do país: Americanas, Submarino, Shoptime e Americanas Empresas. Aqui seu negócio vai mais longe!

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